Fibroma ossificante periférico: um levantamento clínico e epidemiológico
Resumo
Este artigo aborda 18 casos de fibroma ossificante periférico (FOP) diagnosticados no Centro de Referência de Lesões Bucais da Universidade Estadual de Feira de Santana/Bahia, no período de 2002 a 2008. Para descrever a relação entre as variáveis sociodemográficas com o FOP, utilizou-se o Statistical Package for Social Science (SPSS), versão 10.0 for Windows (1998). Observou-se maior acometimento desta doença na quarta década de vida, sexo feminino e cor não branca. A gengiva superior anterior foi a região de maior prevalência. Faz-se importante que os cirurgiões-dentistas conheçam as características do FOP para o correto diagnóstico.
Palavras-chave
Fibroma ossificante periférico; Patologia bucal; Epidemiologia
Texto completo:
PDFDOI: http://dx.doi.org/10.18363/rbo.v67n1.p.106
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e-ISSN: 1984-3747
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