Fibroma ossificante periférico: um levantamento clínico e epidemiológico

Fabrício dos Santos Menezes, Juliana da Silva Barros, Deyvid da Silva, Claudia Leal Sampaio Suzuki, Tarsila Morais de Carvalho Freitas, Michelle Miranda Lopes Falcão

Resumo


Este artigo aborda 18 casos de fibroma ossificante periférico (FOP) diagnosticados no Centro de Referência de Lesões Bucais da Universidade Estadual de Feira de Santana/Bahia, no período de 2002 a 2008. Para descrever a relação entre as variáveis sociodemográficas com o FOP, utilizou-se o Statistical Package for Social Science (SPSS), versão 10.0 for Windows (1998). Observou-se maior acometimento desta doença na quarta década de vida, sexo feminino e cor não branca. A gengiva superior anterior foi a região de maior prevalência. Faz-se importante que os cirurgiões-dentistas conheçam as características do FOP para o correto diagnóstico.

Palavras-chave


Fibroma ossificante periférico; Patologia bucal; Epidemiologia

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DOI: http://dx.doi.org/10.18363/rbo.v67n1.p.106

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e-ISSN: 1984-3747

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