Utilização da sedação inalatória com N2O2 para atendimento odontológico em pacientes especiais: relato de 17 casos

Rayane Baptista Junqueira

Resumo


Objetivo: relatar a experiência da utilização de sedação inalatória com N2O2 no atendimento odontológico aos pacientes com necessidades especiais (PNEs). Relato de Casos: foram incluídos no estudo 17 PNEs, não colaboradores, submetidos à sedação inalatória com N2O2/O2 para realização de tratamento odontológico, recebendo monitorização da pressão arterial, frequência cardíaca e saturação de oxigênio nos períodos pré, trans e pós-operatórios. Os profissionais após o procedimento responderam um questionário avaliando o nível de resposta do paciente. A idade variou de 6 a 72 anos, com média de 28 anos (dp 16 anos), sendo o sexo masculino mais frequente (58%). Quanto ao diagnóstico médico, a Deficiência Mental com 35% e a Fobia com 25%, foram os mais prevalentes. Os procedimentos mais realizados foram exodontia (59%) e restauração (24%). Houve redução na pressão arterial e frequência cardíaca, entre o período pré, trans e pósoperatórios, entretanto, não observou-se diferença significativa (p>0,05). Os profissionais relatam resposta excelente em 59% dos casos, boa em 29% e ruim em 12% dos casos. Conclusão: os resultados demonstram que esta técnica é segura e eficaz, podendo ser empregada no atendimento odontológico ambulatorial aos PNEs, entretanto deve ser avaliado corretamente a relação risco/benefício

Palavras-chave


Pacientes com necessidades especiais; Óxido-nitroso; Sedação inalatória

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