Fraturas mandibulares bilaterais: o que considerar?

Daniel de Lima e Sá Medronho

Resumo


Objetivo: demonstrar como se comporta o terço inferior da face diante de uma série de casos, atendidos no Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde fraturas mandibulares bilaterais foram observadas e tratadas. Relato de Experiência: pacientes apresentando fraturas mandibulares bilaterais, observadas ao exame imaginológico tomográfico da face, atendidos no Hospital Geral de Nova Iguaçu pelo serviço de Cirurgia e Traumatomologia Bucomaxilofacial. Onde o tratamento de escolha perante tais fraturas foi o da redução aberta e fixação interna rígida com placas e parafusos, pacientes com um bom período de acompanhamento e com resultados satisfatórios. Conclusão: diante de fraturas mandibulares bilaterais, redução aberta e fixação interna rígida, conhecimento profundo sobre a biomecânica mandibular antes e depois do trauma e fixação de um lado de modo mais estável são a chave para um melhor prognóstico.

Palavras-chave


Mandíbula; Fraturas; Biomecânica

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DOI: http://dx.doi.org/10.18363/rbo.v75.2018.e1362

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