Estudo clínico e prospectivo do biogran e do bio-oss em reconstruções sinusais maxilares. Avaliação histomorfométrica
Resumo
Objetivo: avaliar a neoformação óssea de dois substitutos ósseos, o Vidro Bioativo (Biogran) e do Xenoenxerto de cortical óssea bovina (Bio-Oss) comparando com o osso autógeno nas reconstruções posteriores de maxila. Material e Métodos: trinta pacientes foram convidados a participar da presente pesquisa aprovado pelo comitê de ética em pesquisa em humanos sob o número 47711015.4.0000.5420 via Plataforma Brasil. Os critérios de inclusão foram: altura óssea no soalho sinusal menor ou igual a 5 mm que necessitassem reabilitação protética com implantes dentais. Foram excluídos aqueles que apresentassem com doenças sistêmicas não controladas, fumantes, com periodontite, com patologias sinusais e irradiados na região da cabeça e pescoço. Os grupos foram divididos em: grupo 1: Osso autógeno (grupo controle); grupo 2: Biogran e grupo 3: Bio-Oss. Após 6 meses de reparo ósseo, biópsias foram coletadas nas regiões onde os implantes foram instalados. Resultados: cada biópsia foi avaliada em 3 regiões: Leito, Intermediário e Apical. No grupo 1, a média para formação óssea no leito foi de 36%, de 37% na intermediária e de 41% para apical. No grupo 2 foi de 42%, 39% e 47% respectivamente para leito, intermediário e apical. No grupo 3 a média foi de 33% no leito, 33% na intermediária e 4% a apical. Diferença esta estatística foi observada entre os grupos 2 e 3 (p=0.45) contudo, não houve diferença para as regiões avaliadas (p>0.05). Conclusão: pode-se concluir que tanto o Biogran quanto o Bio-Oss, apresentam neoformação óssea similar ao osso autógenos sendo assim, possíveis substitutos ao mesmo
Palavras-chave
Seio maxilar; Substitutos ósseos; Biomateriais
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e-ISSN: 1984-3747
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